Confissão à Maat
Os Véus da Iniciação
Uma leitura transpessoal dos 42 decretos da alma
Quero receber o livro → leva à loja:
Sinopse e o que você encontra neste livro
Na tradição do Antigo Egito, a alma que se apresentava diante de Maat, princípio de verdade, justiça e equilíbrio, declarava a quarenta e dois guardiões aquilo que não havia cometido. Esse texto, conhecido como Confissão Negativa, atravessou milênios como um dos mais belos espelhos morais da humanidade.
Este livro o recebe como um percurso de iniciação. Cada um dos 42 decretos é um portal: um guardião, um lugar, uma declaração do que o Ser se compromete a não fazer. E cada portal é lido em camadas. Primeiro, o contexto egiptológico, com o nome do guardião, o seu lugar de origem e o sentido da proclamação. Depois, a leitura transpessoal e junguiana, que acolhe a persona, a Sombra, a projeção e a individuação como linguagem para o nosso tempo. Por fim, as ressonâncias na sabedoria perene, em diálogo com a Kabbalah, o Sufismo, o Budismo e o Cristianismo místico.
A cada capítulo, um véu se desvela. Ao reconhecer com serenidade o que em nós ainda age sem ser visto, a leitura convida o Ser a ver com mais clareza.
O que você encontra:
- 42 capítulos, um para cada decreto, em ordem canônica, a partir do Papiro de Ani, na tradução de Budge.
- Em cada capítulo: o guardião e o contexto egiptológico, a leitura transpessoal e junguiana, as ressonâncias na sabedoria perene, com um quadro comparativo entre tradições, e o Espelho da Alma.
- O Espelho da Alma, ao final de cada capítulo: perguntas de expansão da consciência, em tom contemplativo, a última dirigida ao guardião.
- Prólogo (O que Maat pesa · Como a alma se prepara), introdução, epílogo, depoimentos e referências bibliográficas.
- 696 páginas, em formato 6 × 9 polegadas, impressas em papel creme.
Para quem é este livro
Para quem já trilhou caminhos de autoconhecimento e deseja um estudo pausado, que se lê um capítulo de cada vez. Para estudiosas e estudiosos da tradição egípcia, da psicologia analítica e da psicologia transpessoal. Para quem pratica a introspecção e busca perguntas mais verdadeiras do que respostas rápidas.
Sumário
Abertura: Dedicatória · Agradecimentos · Conteúdo · Apresentação
Prólogo: O que Maat pesa · Como a alma se prepara
Introdução
Os 42 decretos da alma
Cada capítulo reúne quatro movimentos: I. o guardião e o contexto egiptológico · II. a leitura transpessoal e junguiana · III. as ressonâncias na sabedoria perene · IV. o Espelho da Alma, com perguntas de expansão da consciência.
- Decreto 1 Usekh-nemet, de Anu. O guardião de face alongada e a cidade do Sol · O pecado como desvio da essência.
- Decreto 2 Hept-khet, de Kher-aha. O guardião do abraço e a cidade da batalha · A violência que não parece violência.
- Decreto 3 Fenti, de Khemenu. O guardião do nariz e a cidade das oito divindades · Os roubos que não chamamos de roubo.
- Decreto 4 Am-khaibit, de Qernet . O devorador de sombras e a cidade dos mortos · As muitas formas de matar
- Decreto 5 Neha-her, de Rasta. O guardião de face terrível e a câmara secreta · O roubo do sustento coletivo
- Decreto 6 Ruruti, do Céu. O duplo leão e o guardião celeste · O que se ofertou ao sagrado
- Decreto 7 Arfi0em-khet, de Swat. O guardião de corpo em chamas e a cidade da vigília · Aquilo que não nos pertence por natureza
- Decreto 8 Neba . O guardião errante, aquele que vai e vem · As muitas formas da mentira
- Decreto 9 Set-qesu, de Hensu. O guardião dos ossos e a cidade da criança real · O que retiramos dos momentos partilhados
- Decreto 10 Utu-nesert, de Het-ka-Ptah. O guardião da chama ardente e a casa da alma de Ptah · As maldições cotidianas
- Decreto 11 Qerrti, de Amentet. O guardião das duas cavernas e a terra do Ocidente · As muitas formas do adultério
- Decreto 12 Hraf-haf, de Caverna. Aquele que olha para trás e a caverna primordial · As lágrimas que causamos
- Decreto 13 Basti, de Bast. A guardiã felina e a cidade sagrada dos gatos · O coração que se devora
- Decreto 14 Ta-retiu, da noite. O guardião que emerge da noite · A agressão física em suas formas
- Decreto 15 Unem-snef, da câmara de execução. O devorador de sangue e a câmara ritual · O Ser estruturado no engano
- Decreto 16 Unem-besek, de Mabit. O devorador de entranhas e a cidade de culto antigo · O roubo do território cultivado
- Decreto 17 Neb-Maat, de Maati. O senhor da verdade e a sala das duas Maat · As formas contemporâneas do espionar
- Decreto 18 Tenemiu, de Bast. O errante e a cidade sagrada · A estrutura triangular da calúnia
- Decreto 19 Sertiu, Anu. O retorno à cidade do Sol · A anatomia da irritação injusta
- Decreto 20 Tutu, de Ati. O guardião protetor e a cidade de Tinis · A violação do pacto do outro
- Decreto 21 Uamenti, da câmara de Khebt. O cortador e a câmara sagrada de Khebt · A corrupção ativa do outro
- Decreto 22 Maa-antuf, de Per-Menu. O vidente do próprio pai e a casa de Menu · As muitas formas da autocontaminação
- Decreto 23 Her-uru, de Nehatu · eu não aterrorizei
- Decreto 24 Khemiu, de Kaui · eu não transgredi a lei
- Decreto 25 Shet-kheru, de Urit · eu não me irritei
- Decreto 26 Nekhenu, de Heqat · eu não fechei os ouvidos às palavras da verdade
- Decreto 27 Kenemti, de Kenmet · eu não blasfemei
- Decreto 28 An-hetep-f, de Sau · eu não sou Ser de violência
- Decreto 29 Sera-kheru, de Unaset · eu não instiguei discórdia
- Decreto 30 Neb-heru, de Netchfet · eu não agi com pressa indevida
- Decreto 31 Sekhriu, de Uten · eu não me intrometi nos assuntos alheios
- Decreto 32 Neb-abui, de Sauti · eu não multipliquei as minhas palavras
- Decreto 33 Nefer-Tem, de Het-ka-Ptah · eu não fiz mal a ninguém
- Decreto 34 Tem-Sepu, de Tetu · eu não pratiquei feitiçaria contra o rei
- Decreto 35 Ari-em-ab-f, de Tebu · eu não interrompi o fluxo de água
- Decreto 36 Ahi, de Nu · eu não levantei a voz
- Decreto 37 Uatch-rekhit, de Sau · eu não amaldiçoei a Deus
- Decreto 38 Neheb-ka, da sua caverna · eu não agi com arrogância
- Decreto 39 Neheb-nefert, da sua caverna · eu não roubei o pão dos deuses
- Decreto 40 Tcheser-tep, do santuário · eu não levei os bolos khenfu dos espíritos dos mortos
- Decreto 41 An-af, de Maati · eu não roubei o pão da criança, nem tratei com desprezo o deus da minha cidade
- Decreto 42 Hetch-abhu, de Ta-she · eu não matei o gado pertencente ao deus
Encerramento: Epílogo · Sobre a autora · Depoimentos · Referências bibliográficas
Sobre a autora
“Minha Missão é sustentar o espaço incondicional do coração para o seu enraizamento, ramificação, alinhamento, florescimento e despertar!”
Mônica Lampe é consultora estratégica de desenvolvimento humano multidimensional, HeartMath® Certified Practitioner, Mentor & Coach, pós-graduada em Psicologia Transpessoal e fundadora da Lampe Editorial. Alinhava neurociência, mindfulness, psicologia junguiana, abordagens sistêmicas e as tradições de sabedoria para acompanhar indivíduos e organizações. É autora de Maná Alimento Luz, de Mary e a Libélula I e II e de Consciência Cosmossistêmica, entre outros livros.
Ficha técnica
Título: Confissão à Maat
Subtítulo: Os Véus da Iniciação
Autora: Mônica Lampe
Editora: Lampe Editorial
ISBN : 978-65-977269-0-5 • ISNI (autora):0000000530782602
Classificação (CDD): 126
Formato: Livro físico impresso • Papel creme • Formato 6×9 polegadas
42 capítulos • 696 páginas • Laminação : Brilho
Ano: 2026 • Edição: 1ª Edição – limitada • Idioma: Português (Brasil)
Temas : Hermenêutica simbólica e sacra · Religiões e mitologias do Egito Antigo · Ocultismo · Mística comparada e tradições esotéricas
Como adquirir e perguntas frequentes
Como adquirir. A Lampe Editorial publica em edição impressa limitada e vende diretamente pelo seu site. A pré-venda está aberta, e o lançamento oficial é em 24 de outubro de 2026. Cada exemplar é impresso sob encomenda, com cerca de 30 dias de produção, e segue por SEDEX. [ prazo e forma de envio, conforme a loja]
Adquirir o livro na loja da Lampe Editorial
O que é a Confissão à Maat? É o texto da tradição egípcia em que a alma declara, diante de quarenta e dois guardiões, o que não cometeu. É conhecido também como Confissão Negativa e integra o Livro dos Mortos, no capítulo 125.
Os 42 decretos seguem qual ordem? A ordem canônica do Papiro de Ani, na tradução de Budge.
Preciso conhecer o Antigo Egito para ler? Não. O livro apresenta o contexto de cada decreto e o conduz, passo a passo, da tradição egípcia à leitura psicológica e contemplativa.
Por que o livro não está nos grandes marketplaces? É uma escolha editorial. A Lampe Editorial prefere a edição impressa e a venda direta, para que a obra chegue a quem a procura com presença e disposição de aprofundar.
Artigos relacionados
- O que é a Confissão à Maat: https://monicalampe.com.br/o-que-e-a-confissao-a-maat/
- Maat e a psicologia junguiana: persona, Sombra e individuação
- Um artigo por decreto ou por grupo de decretos
Leia também: Lampe Editorial · Consciência Cosmossistêmica



