Pistis Sophia em 12 Passos: um caminho iniciático do caos da mente à serenidade do Ser

A Pergunta Que Tira o Sono
3 de janeiro de 2026
Quando a vida não cabe nas margens: o chamado da “terceira margem”
11 de janeiro de 2026
A Pergunta Que Tira o Sono
3 de janeiro de 2026
Quando a vida não cabe nas margens: o chamado da “terceira margem”
11 de janeiro de 2026

Pistis Sophia em 12 Passos: um caminho iniciático do caos da mente à serenidade do Ser

Há livros que passam por nós como informação.
E há livros que nos atravessam como um rito.

Pistis Sophia é um desses.
Não porque seja “difícil” — mas porque é vivo. Ele não foi feito para ser apenas entendido; foi feito para ser escutado. E quando escutamos, algo muda. Primeiro por dentro. Depois, na forma de viver.

Se você já sentiu que existe uma parte sua cansada de “explicar tudo” — e ao mesmo tempo sedenta de um tipo de paz que não depende de circunstâncias — talvez este seja um chamado para você.

Não um chamado barulhento.
Mas um daqueles que chegam como um sussurro firme:

“Volte ao centro.”
“Não se abandone.”
“A serenidade é possível.”

O que este livro desperta em nós

Quando lido simbolicamente, Pistis Sophia pode ser visto como um mapa do movimento interno:

  • da mente que corre para a mente que contempla;

  • do caos emocional para a presença;

  • do brilho sedutor da “luz falsa” para a clareza da luz verdadeira;

  • da vontade separada (controle, perfeccionismo, ansiedade) para a vontade unida (humildade, coerência, serviço).

Não é um caminho para ficar “imune” à vida.
É um caminho para parar de se perder de si.

Porque, no fim, o que mais nos dói não é a dificuldade em si — é a sensação de abandono interno.
E o que cura não é uma ideia bonita. É retorno.

Retorno ao corpo.
Retorno ao coração.
Retorno ao gesto essencial.

Uma chave para ler tudo: Dualidade de Manas

Uma das chaves que uso (inspirada em Blavatsky) ilumina o livro como uma lâmpada por dentro: a Dualidade de Manas.

Há uma mente em nós que deseja — que quer controle, garantias, validação, vitória.
E há uma mente em nós que sabe — que discerne, silencia, escolhe o essencial.

Quando você lê o Pistis Sophia como um drama entre essas duas forças, cada passagem vira uma pergunta íntima:

Qual mente está me conduzindo hoje?
A que exige e acelera?
Ou a que observa e pacifica?

Essa chave é um convite delicado e radical:

“Aplique isso a cada linha… e a cada dia.”

Os véus que caem (e o que aparece quando caem)

Em um caminho iniciático, não se trata de “aprender coisas”.
Trata-se de desvelar.

Há véus que vão caindo, um por um — e não para fazer espetáculo, mas para devolver simplicidade:

1) O véu da explicação

Você percebe que compreender não é o mesmo que atravessar.
E que, às vezes, a alma precisa sentir antes de concluir.

2) O véu da urgência

Você entende o caos como estado e lugar — e aprende o milagre repetível: voltar.

3) O véu da luz falsa

Você aprende discernimento: nem todo brilho é luz.
A luz verdadeira não inflama: integra.

4) O véu da vontade separada

Você vê a armadura do controle — e escolhe uma rendição ativa: humildade aplicada, gesto possível, vida real.

5) O véu da separação interna

Você começa a unir o que estava dividido: verdade com ternura, amor com contorno, presença sem abandono.

6) O véu da palavra vazia

Você descobre o que é Verbo vivo: uma palavra curta que vira gesto… e um gesto que vira casa.

E então, sem alarde, a serenidade deixa de ser um ideal distante e se torna uma direção prática.

Um caminho em 12 passos: do caos da mente à serenidade do Ser

Transformei este percurso em uma jornada de 12 encontros, onde o livro vira um mapa de autoconhecimento e prática — com estrutura segura e profunda, para que você não fique só “na cabeça”.

Cada encontro segue um ritmo que respeita o feminino: escuta, presença, integração.

O que fazemos em cada encontro:

  • uma abertura de aterramento (corpo, emoções, mente)

  • uma leitura simbólica guiada (sem pressa, sem dogma)

  • respiração focada no coração (coerência)

  • journaling profundo em 3 camadas (psicológica, existencial, mística)

  • integração somática (um gesto que sela)

  • tarefa semanal mínima (5 minutos por dia) — para o caminho virar vida

É menos sobre “saber mais” e mais sobre habitar-se.

Para quem é esse caminho

Este chamado costuma tocar mulheres que:

  • são sensíveis e fortes — e, justamente por isso, cansaram de carregar tudo sozinhas

  • têm mente acelerada, excesso de responsabilidade, e saudade de uma paz que seja real

  • sentem que já passaram da fase de “modas espirituais” e querem profundidade com pé no chão

  • desejam um caminho que una espiritualidade e consciência, sem fanatismo, sem fuga

  • querem serenidade como presença — não como máscara

Se isso está em você, talvez você já saiba.
O coração reconhece antes do pensamento.

Um convite suave

Talvez este seja o momento de escolher um tipo diferente de força:
a força de voltar.
a força de se recolher.
a força de dizer “não” ao que drena.
a força de dizer “sim” ao que é essencial.

Não um “sim” dramático.
Um sim possível.

Porque no Pistis Sophia (e na vida), a iniciação não acontece quando você tem uma grande revelação.
Ela acontece quando você faz, com fidelidade, o gesto mínimo:

respirar
sentir
escolher
voltar

Se você deseja trilhar este caminho comigo

Se você sente que este livro te chama — não como teoria, mas como caminho — eu posso te conduzir nessa jornada.

Pistis Sophia em 12 passos é uma travessia iniciática para mulheres que desejam transformar o caos da mente em serenidade do Ser, com prática, presença e integração.

Entrar em contato com Os Mistérios do Coração, sair da ilusão da separatividade à  possibilidade de  Sophia–Cristo.

Em 12 passos (ano I):

Pistis Sophia I : 06 meses, 02 encontros – o desvelar dos Livros I ao III.

Pistis Sophia II – 06 meses, 02 encontros – o desvelar dos Livros IV ao VI.

Se quiser, basta preencher o formulário de intenção para mentoria que eu vou ler com atenção e carinho, e avaliar se este é o momento de participar desta iniciação.

FORMULÁRIO DE INTENÇÃO

Porque, no fim, o caminho é simples:
você não precisa se abandonar para viver.
Você pode voltar para casa — dentro de si.

Com Gratidão, Graça e Alegria,

Mônica Lampe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *