9 de abril de 2026
Nem todo sofrimento chega em forma de lágrimas.Às vezes, ele chega como excesso de brilho.
Como a necessidade constante de ser visto, validado, admirado.
Às vezes, chega como dureza.
Como frieza que parece força.
Como impulsos que não encontram freio.
Como palavras que ferem e, ainda assim, não reconhecem o ferimento causado no outro.
E, em outros momentos, chega como intensidade demais: dias de aceleração, euforia, irritação, pouco sono, decisões precipitadas — seguidos por quedas profundas, vazios silenciosos, cansaço da alma.










