4 de agosto de 2026
A vida de um humanitário é vivida na delicada fronteira entre o amor e o perigo.O humanitário não procura o risco. Ele procura aquele que sofre — e muitas vezes o sofrimento já está cercado pela guerra, pelo autoritarismo, pelo abandono e pela violência.Quem leva remédios aos feridos aproxima-se dos campos de batalha.
Quem defende os esquecidos aproxima-se das estruturas que desejam mantê-los invisíveis.
Quem trata os traumas produzidos pela violência acaba, muitas vezes, diante das próprias engrenagens que fabricam essa violência.Majd entrou nesses territórios levando aquilo que possuía de mais precioso: sua presença.









