9 de junho de 2026
O Silêncio como Portal e a Falta como Fundamento — Uma meditação sobre o paradoxo constitutivo do sujeito
Cinco movimentos:
I. A Frase que Não se Deixa Resolver — apresenta a frase como koan, situa Lacan sem simplificar, e estabelece a tese central: a falta não é ferida, é estrutura.
II. A Genealogia Filosófica da Falta — percorre Platão (Penia e Poros no Banquete), Hegel (constituição pelo negativo) e Lacan (o sujeito como falta), com densidade crescente.
III. O Silêncio como Território da Falta — a conexão direta com o paradoxo inicial: o ruído como mecanismo de evitação, o silêncio como lugar onde a pergunta fundamental emerge.
IV. Potencialidade Oculta na Carência — o conceito de kenosis, a distinção entre modo reativo e modo criativo de habitar a falta, a abertura como estrutura.
V. O Paradoxo como Porta de Entrada — encerramento filosófico que transforma o paradoxo em convite à travessia.










