O poema tem uma estrutura que segue uma lógica de desvelamento progressivo: começa pelo fogo destrutivo da mente, atravessa a embriaguez sagrada e a cana-de-açúcar, chega à inversão da coragem, às migalhas como armadilha e termina na avidez — que Rumi não manda eliminar, mas silenciar. A coda fecha não com conclusão, mas com pergunta viva.
“O ser humano é uma casa de hóspedes. Toda manhã uma nova chegada. A alegria, a depressão, a falta de sentido, como visitantes inesperados. Receba e entretenha a […]
“O amor me disse, não há nada que não Sou. Fique em silencio. Se você soubesse o segredo da vida você também iria escolher, nenhum outro companheiro, mas o Amor. […]