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Entre  Karma e Cidade: um caminho em 12 encontros para sair do automatismo e voltar ao Coração

Baseado nas obras Visões Kármicas de H.P. Blavatisky e As Cidades Invisíveis de Italo Calvino

Há um tipo de cansaço que não é falta de energia.
É falta de sentido — ou melhor: falta de coerência.

Você faz o que “precisa”, resolve, entrega, sustenta… e mesmo assim sente que algo não encaixa.
A mente corre para explicar: “é só uma fase… vai passar… preciso ser mais forte…”
Mas o corpo dá sinais. O coração pede outro ritmo.
E, de repente, a vida começa a repetir certos capítulos — como se estivesse insistindo em uma pergunta que você ainda não respondeu.

Esse texto é um convite a olhar para a repetição com maturidade:
não como punição, nem como superstição, mas como mensagem.

Karma não é castigo: é padrão que pede consciência

Em Visões Kármicas, a leitura possível (sem proselitismo) é esta:
aquilo que fazemos e alimentamos por dentro cria trilhas — e trilhas viram destino.
Destino, aqui, não é fatalidade. É tendência. É força de hábito, emoção, escolha e consequência.

Por isso, algumas histórias parecem voltar:

  • o mesmo tipo de relação;
  • a mesma autocrítica;
  • o mesmo medo disfarçado;
  • a mesma necessidade de aprovação;
  • o mesmo “eu sei o que fazer… mas não faço”.

O ponto não é culpar-se.
O ponto é perceber: onde a vida está me pedindo presença?

Calvino: as cidades são você (e você está habitando alguma delas)

Em As Cidades Invisíveis, Italo Calvino cria cidades que são espelhos da alma: memória, desejo, sinais, nomes, limites, reparação, futuro.
Cada cidade é uma metáfora de como percebemos o mundo — e de como nos perdemos dentro de nós.

Às vezes, você está vivendo em Tamara, lendo sinais em tudo e se exaurindo no excesso de interpretações.
Às vezes, mora em Eutropia, trocando de cenário por fora para não mudar o essencial por dentro.
Às vezes, caminha sobre a trama frágil de Octavia, e o corpo pede chão — antes que rompa.

Quando juntamos Blavatsky + Calvino, nasce um mapa simples e profundo:

repetição (karma) + símbolo (cidade) = consciência (escolha).

E é aí que a jornada acontece.

A proposta da Jornada (12 encontros): do caos da mente à serenidade do SER

Esta é uma mentoria em 12 encontros (6 meses, 2 encontros mensais) desenhada como travessia:

  • do automatismo à presença.
  • Da reatividade à coerência.
  • Da vida “no impulso” à vida “no coração”.

O que muda não é o mundo lá fora primeiro.
O que muda é o seu centro de comando.

Você aprende a reconhecer:

  • quando a máscara cai (e o real aparece sem romantização);
  • quando força vira ferida (poder x crueldade, interna e externa);
  • quando o padrão retorna (e como interromper sem violência);
  • quando a glória/validação vira armadilha sutil;
  • quando o corpo sinaliza limite como portal;
  • quando compaixão precisa virar reparação;
  • quando o futuro é tecido por um fio mínimo, repetido com dignidade.

“Eu não quero mais me perder de mim”: o ponto de virada.

Existe um momento em que a alma cansa de negociar.
Não com o mundo — com você mesma(o).

É o momento do voto: não um “nunca mais” duro.
Um “nunca mais” coerente.

  • Nunca mais me abandonar quando eu sentir.
  • Nunca mais chamar de amor o que é obrigação.
  • Nunca mais confundir paz com silêncio engolido.

Esse voto não nasce de perfeição.
Nasce de presença.

Como funciona (na prática): encontros com coração, símbolo e ação

Cada encontro tem uma estrutura segura e aplicável:

  • Abertura + ancoramento (Alinhamento de campo);
  • Cidade simbólica (Calvino) como portal de percepção;
  • Prática meditativa (coerência);
  • Journaling 3 camadas;
  • Tarefa de 14 dias + indicador (mudança mensurável, sem rigidez);
  • Partilha opcional com contorno (sem exposição, sem aconselhamento).

Você sai do encontro com fio de continuidade.

Só isso já muda seu eixo.

Se você está pronta(o) para atravessar esse portal…

A mentoria completa é para quem quer parar de girar e finalmente reescrever o padrão com dignidade.

É para quem está cansada(o) de tentar sozinho(a).
E quer um caminho com presença, contorno e continuidade.

Uma pergunta para você agora :

Se você não mudar nada nos próximos 90 dias, o que se repete?

E se você mudar apenas um fio — um hábito mínimo, sustentado — o que pode florescer?

Porque o karma não muda por culpa.
Muda por consciência.
E consciência se sustenta por prática!

Se esse texto te tocou, eu não quero que você decida pela ansiedade.
Quero que você decida pelo coração — e pela realidade da sua vida.

Com presença, clareza e um próximo gesto possível!

Clica no link abaixo e preencha o formulário de aplicação:

PREENCHER A APLICAÇÃO

Quando você quiser, eu te encontro do lado de dentro — na cidade invisível onde você volta a ser casa.


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