
Da Série Debaixo do Nariz – Para Craquelar o Escudo do Egoísmo.
15 de agosto de 2026Quem Foi Rama-tys
Há alguns anos, eu teria respondido essa pergunta em duas frases.
Ramatís é o espírito que ditou O Sublime Peregrino ao médium Hercílio Maes. Um dos mais importantes comunicantes da literatura espírita brasileira.
Verdade. Mas incompleta.
Porque quando comecei a puxar esse fio com mais atenção — o tipo de atenção que não aceita a resposta de superfície —, percebi que a história de Ramatís não começa em Curitiba no século XX. Não começa nem no Brasil. Não começa, honestamente, em nenhum ponto que a historiografia convencional consegue alcançar.
Ela começa antes.
E é muito mais longa do que eu imaginava.
O que a história conta — e o que ela não consegue contar
A tradição espiritualista brasileira conhece bem o Ramatís das psicografias de Hercílio Maes (1913–1993): o advogado e contador curitibano que se tornou o principal canal de um espírito que ditou quatorze obras entre 1955 e 1993, cobrindo temas tão diversos quanto a vida após a morte, a mediunidade de cura, as civilizações de outros planetas e a vida de Jesus numa perspectiva inédita — a de quem esteve lá.
Mas a própria literatura mediúnica preserva algo que raramente é apresentado com a profundidade que merece: a trajetória encarnatória de Ramatís.
Não como dado biográfico para colecionadores de curiosidades esotéricas.
Como chave de leitura para o que ele transmitiu.
Porque uma mensagem só pode ser plenamente compreendida quando entendemos de onde ela vem. E a mensagem de Ramatís vem de um lugar muito mais antigo e muito mais vasto do que qualquer encarnação individual poderia conter.
Sírius, Lemúria, e um compromisso que não tem nome humano
A tradição ramatísica, registrada nas obras psicografadas por Hercílio Maes, indica que Ramatís é originário do sistema estelar de Sírius — a estrela mais brilhante do céu noturno, que os egípcios chamavam de Sopdet e que aparece em múltiplas tradições como símbolo da alma, da ressurreição e do conhecimento (MAES, 1956).
Há mais de quarenta mil anos, já tendo completado seu próprio ciclo evolutivo — já liberto do carma, já além da necessidade de encarnar —, ele chegou à Terra.
Não porque precisava. Mas porque escolheu.
Veio acompanhando um grupo imenso de espíritos exilados que habitariam as civilizações da Lemúria e da Atlântida. E assumiu um compromisso que eu encontro, depois de muitos anos trabalhando com desenvolvimento humano, como talvez o mais revelador de toda a sua trajetória:
Não os abandonarei.
Helena Blavatsky, em A Doutrina Secreta (1888), descreve a Lemúria como o lar da terceira raça-raiz da humanidade — seres inicialmente etéreos, com uma conexão com os planos espirituais que não era faculdade extraordinária, mas condição natural. Viver ali era existir permanentemente no limiar entre o visível e o invisível.
Era nesse contexto que Ramatís chegou. Trazendo a Aumbandhã — a Sabedoria Secreta, Setenária e Esotérica das Leis Cósmicas —, sem intenção de guardá-la. Com intenção de transmiti-la.
Shy-Ramat, Merí Rá, Pitágoras, Fílon
O que se seguiu foi uma peregrinação de quarenta mil anos.
Quando comecei esta pesquisa para o livro, acreditava que as encarnações documentadas de Ramatís eram seis. Ao aprofundar, descobri que eram dez. A tradição ramatísica registra uma peregrinação muito mais densa do que as fontes populares costumam apresentar.
Aqui está o arco completo — e cada nome carrega um mundo:
Na Atlântida de vinte e oito mil anos atrás, encarnou como Shy-Ramat — Sacerdote Aumbandhã, integrante do Templo do Sol e da Paz. Foi ali que encontrou, pela primeira vez, o espírito que um dia se tornaria Allan Kardec — ainda um estudioso dedicado às ciências positivas, ainda a milênios de codificar o Espiritismo (MAES, 1956).
No Egito do século XIV a.C., encarnou como Merí Rá — Grão-Sacerdote ao lado do faraó Akhenaton, o homem que ousou proclamar um único deus quando dois mil anos de politeísmo consolidado diziam que era impossível. Jan Assmann, em Moisés o Egípcio (1997), analisa como a reforma religiosa de Akhenaton foi a primeira formulação histórica do monoteísmo — e sugere que ela pode ter influenciado, por vias que a história não registrou completamente, toda a tradição religiosa que viria moldar o Ocidente.
Merí Rá estava no centro desse projeto.
No Egito do século XIII a.C., numa segunda encarnação egípcia ao tempo do faraó Merneptá, filho de Ramsés II — provavelmente o faraó do Êxodo —, Ramatís reencontrou Kardec, desta vez encarnado como o sacerdote Amenófis: médico, estudioso do Livro dos Mortos, pesquisador dos fenômenos do Além. Do matemático atlante ao cartógrafo do invisível: o espírito de Kardec aprendendo, encarnação a encarnação, a linguagem que precisaria para codificar o Espiritismo — “nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei” (KARDEC, 1857).
Ainda nesse mesmo período, pouco antes do fim da vida de Moisés, Ramatís encarnou como Essen — filho e discípulo do legislador hebreu, guardião do conhecimento esotérico que Moisés havia trazido dos templos do Egito e que não coube no Pentateuco. Fundou, sob orientação de Moisés, a Fraternidade Essênia — uma irmandade iniciática instalada nos Montes Carmelo, Tabor e Hermon, que trabalharia em silêncio por mais de mil anos preparando o ambiente espiritual para a vinda de Jesus (FOLHA ESPÍRITA CAIRBAR SCHUTEL, 2024). Os escritos dos Essênios, encontrados nas cavernas de Qumran em 1947 — os famosos Manuscritos do Mar Morto —, confirmam a existência dessa fraternidade de forma historicamente verificável.
No século X antes de Cristo, Ramatís encarnou como Nathan — o profeta Natã, conselheiro do Rei Davi e tutor do seu filho Salomão. Natã foi o profeta que confrontou Davi após o episódio com Betsabeia usando a parábola da ovelha, e que educou Salomão — “quando nasceu seu filho Salomão, este foi educado por Natã” (INFOESCOLA, s.d.). A sabedoria de Salomão tem raízes mais profundas do que os textos bíblicos revelam. Natã e Zadoque ungiram Salomão como rei (1 Reis 1:45), e Natã escreveu registros dos reinados de Davi e Salomão que o texto de 1 Crônicas cita como fonte — e que estão perdidos.
Na Grécia do século VI a.C., encarnou como Pitágoras — o filósofo que passou trinta anos iniciando-se em Egito, Babilônia e Pérsia antes de fundar em Crotona aquela que pesquisadores como Bertrand Russell chamaram de “a primeira sociedade intelectual organizada do mundo ocidental” (RUSSELL, 1945). A harmonia das esferas — a ideia de que o cosmos é governado por proporções matemáticas que correspondem a proporções musicais — não era abstração. Era memória. O espírito que havia chegado de Sírius encontrando, finalmente, a linguagem matemática para expressar o que sempre soubera.
E em Alexandria do primeiro século antes de Cristo, encarnou como Fílon — o filósofo judeu helenístico que formulou a doutrina do Logos: o intermediário entre Deus e o mundo criado, a Palavra pela qual tudo existe, a razão divina que ordena o cosmos (WINSTON, 1981).
Fílon estava formulando o conceito de Logos no exato momento em que Jesus caminhava pela Galileia. E foi à Palestina encontrá-lo pessoalmente.
“No princípio era o Logos, e o Logos estava com Deus, e o Logos era Deus” — a abertura do Evangelho de João, escrita quarenta anos após a morte de Fílon, usa a mesma palavra, o mesmo conceito, para descrever o que Fílon havia passado décadas tentando articular em filosofia.
Dois homens. A mesma verdade. Chegando por caminhos diferentes.
E Ramatís estava nos dois lados.
O gesto que eu não consigo parar de pensar
De tudo que pesquisei nessa trajetória, há um episódio que ficou.
Egito. Século XIV antes de Cristo. Uma manhã qualquer.
Um jovem aguadeiro derrama água acidentalmente nas sandálias de uma dama da nobreza egípcia.
O julgamento é imediato. A sentença, a morte.
E o Grão-Sacerdote Merí Rá — que não tem nenhuma obrigação legal, moral ou religiosa de se envolver —, intercede. Assume pessoalmente a tutela daquele jovem. Salva-lhe a vida.
Aquele aguadeiro reencarnou, três mil e trezentos anos depois, como Hercílio Maes.
O médium que transmitiria ao mundo os ensinamentos que Ramatís havia carregado desde Sírius, pela Atlântida, pelo Egito, pela Grécia, por Alexandria.
A relação entre Ramatís e Hercílio Maes não começou numa sala de psicografia em Curitiba no século XX. Ela começou naquela manhã egípcia, num gesto que não precisava ser feito.
Trabalho há muitos anos com o que chamo de desenvolvimento humano multidimensional — com pessoas que buscam transformação real, não apenas informação acumulada. E esse episódio me acompanha porque ele toca num ponto que nenhuma técnica consegue tocar sozinha:
A qualidade de quem você se tornou se revela não no que você faz quando é obrigado, mas no que você faz quando não é.
A Cabala tem um nome para isso: Chesed. A bondade que vai além do que é devido. Gershom Scholem, em As Grandes Correntes da Mística Judaica (1941), descreve Chesed como o atributo que não responde ao mérito — que age por pura disposição interna, porque a natureza de quem age é bondade.
O Sufismo tem outro: iḥsān. Ibn ‘Atā’illāh al-Iskandarī, em Al-Ḥikam (séc. XIII), escreve que o sinal de que você é amado por Deus é que Ele te dá mais força para o que Ele ama do que para o que você ama.
Merí Rá, naquela manhã, foi Chesed em ação. Foi iḥsān encarnado.
E o aguadeiro que ele salvou se tornou o homem que transmitiu sua sabedoria a milhares.
As correntes do destino são mais longas do que qualquer vida que as puxa.
Nathan e a arte de falar verdade com amor
Há uma cena da encarnação de Nathan que não consigo separar do episódio do aguadeiro.
O Rei Davi havia cometido um erro grave — havia se apoderado de Betsabeia, a esposa de um dos seus soldados mais leais. E Natã precisava confrontá-lo.
Ele poderia ter acusado diretamente. Não fez isso.
Contou uma história: um homem rico que, tendo inúmeras ovelhas, tomou a única cordeirinha de um pobre para servir a um visitante. Davi ardeu de indignação. “Esse homem merece a morte!”
“Tu és esse homem” — disse Natã.
Três palavras. Precedidas de uma parábola que abriu o coração antes de tocar a consciência. A acusação direta encontra resistência; a história toca o que está aberto.
O que me impressiona nessa cena é que Natã falou a verdade a um rei que poderia mandá-lo executar — e o fez com tanto amor que o rei se arrependeu em vez de se defender.
Isso não é técnica. É o fruto de uma alma que, ao longo de milênios — da Atlântida ao Egito, dos Essênios a Jerusalém —, havia aprendido que a verdade precisa ser dada no momento certo, da forma certa, com amor suficiente para sobreviver à reação de quem a recebe.
Antonio Damásio, em O Erro de Descartes (1994), demonstrou que a tomada de decisão moral depende de estados somáticos — de sensações corporais que sinalizam relevância emocional antes de qualquer análise consciente. A parábola de Natã operou exatamente assim: ativou a indignação moral de Davi e, precisamente nesse momento de abertura emocional, introduziu a informação que precisava ser ouvida.
A timing era perfeita. E não era acidente: era a marca de alguém que conhecia a psique humana de dentro.
Essen e a paciência de mil anos
A encarnação que mais me surpreendeu nessa pesquisa não foi a de Pitágoras, nem a de Fílon. Foi Essen.
Pouco antes de morrer, Moisés reuniu os anciãos no Monte Tabor e revelou o que havia recebido no Sinai: que viria ao mundo uma consciência de magnitude incomparável — um Messias. E que era preciso preparar o ambiente, através de séculos de trabalho silencioso, para que essa missão pudesse se cumprir.
Essen — filho e discípulo de Moisés — fundou a Fraternidade Essênia com essa missão.
Não veria o Messias. Seus filhos não veriam. Seus netos não veriam.
Mas a Fraternidade que ele fundou trabalharia em silêncio por mais de mil anos — e quando Jesus nasceu, os Essênios haviam preparado o terreno. Os Manuscritos do Mar Morto, descobertos em 1947 nas cavernas de Qumran, confirmam que essa comunidade existiu e praticou, por séculos, um nível de vida espiritual e comunitária extraordinário.
Essa encarnação de Ramatís como Essen me ensina algo que repito para as pessoas com quem trabalho: as transformações mais profundas raramente se concluem na mesma vida em que se iniciam. Plantamos para colheitas que não seremos nós a fazer. E há uma grandeza específica em agir com a mesma inteireza de quem vai colher amanhã — quando, na verdade, vão colher os que vierem depois.
Rama-Tys: o menino de olhos iluminados
A última encarnação de Ramatís na Terra é a que mais me comove.
Indochina, século X.
Uma vestal chinesa foge do convento por amor a um tapeceiro hindu. Do casamento desses dois, nasce um menino: cabelos negros como ébano, pele cor de cobre, olhos castanho-escuros — iluminados de ternura.
Não a grandiosidade de um templo. Não a solenidade de um faraó. Não a aura do filósofo contemplando as estrelas.
Apenas a ternura específica de um olhar que já viu muito, e que por isso não se espanta com o que os outros temem — mas ainda se emociona com o que os outros não percebem.
Esse menino fundou um pequeno templo à margem da estrada entre a Índia e a China. Ensinou magnetismo, psicometria, radiestesia, vidência, terapia e telepatia a setenta e dois discípulos de cinco países diferentes. Desencarnava aos trinta e três anos.
E passou a ser chamado, dali em diante, pelo nome dessa última encarnação:
Ramatís.
A transmissão não requeria discurso. Requeria presença.
Rollin McCraty e colaboradores, em The Coherent Heart (2009), demonstraram que o coração gera um campo eletromagnético que pode sincronizar o ritmo cardíaco de quem está próximo. Os setenta e dois discípulos de Rama-Tys viviam num campo de coerência permanente. E os dezessete que chegaram ao último grau foram aqueles que, nesse campo, encontraram em si mesmos a capacidade de ressoar com o que ele irradiava.
Isso ressoa com o que encontro no meu trabalho, dia após dia: as transformações mais profundas não acontecem pela quantidade de conteúdo que alguém recebe. Acontecem pelo estado de presença em que esse conteúdo é recebido.
O que isso tem a ver com você
Estou escrevendo este texto porque passamos os últimos meses construindo um livro inteiro sobre essa peregrinação — A Peregrinação Eterna de Ramatis: uma jornada pelos séculos da alma.
E o que descobri, ao longo dessa pesquisa, é que a história de Ramatís não é uma história sobre espiritismo. É uma história sobre o que significa ser fiel a um compromisso que sua alma assumiu antes de você saber que tinha uma alma.
Sobre a paciência de plantar sabendo que não se colherá nessa vida.
Sobre a transmissão que acontece não pelas palavras, mas pela presença. Pelo campo. Pelo contato de coração a coração.
A neurociência contemporânea — especialmente a pesquisa do HeartMath Institute documentada por Rollin McCraty e colaboradores em The Coherent Heart (2009) — demonstrou que o coração gera um campo eletromagnético que pode sincronizar o ritmo cardíaco de quem está próximo. Que estados de coerência cardíaca alta induzem coerência em outros sistemas.
Os setenta e dois discípulos de Rama-Tys viviam num campo de coerência permanente. E os dezessete que chegaram ao último grau — a Túnica Azul — foram aqueles que, nesse campo, encontraram em si mesmos a capacidade de ressoar com o que ele irradiava.
A transmissão não requeria discurso. Requeria presença.
Isso ressoa com o que encontro no meu trabalho, dia após dia: as transformações mais profundas não acontecem pela quantidade de conteúdo que alguém recebe. Acontecem pelo estado de presença em que esse conteúdo é recebido.
E esse estado é cultivável. É o trabalho de uma vida — ou de muitas.
Uma última coisa
Ramatís deixou, em suas obras psicografadas, uma frase que eu carrego.
“A única coisa que diferencia um ser humano do outro é o grau de bondade.”
Dez encarnações. Quarenta mil anos. De Sírius à Lemúria, da Atlântida ao Egito de Akhenaton, ao Egito de Merneptá, à fundação dos Essênios, ao palácio de Davi, à Grécia de Pitágoras, à Alexandria de Fílon, à Indochina de Rama-Tys, ao plano espiritual onde trabalha hoje.
Toda essa vastidão destilada em uma frase sobre bondade.
Não sobre técnica. Não sobre iniciação. Não sobre grau de evolução ou hierarquia espiritual.
Bondade. O grau de bondade.
Se você chegou até aqui neste texto, algo em você reconheceu essa narrativa. Não necessariamente como história que você conhecia — mas como frequência que você reconhece.
Essa é a marca da transmissão que atravessa os séculos.
E se ela chegou até você, é porque há algum elo dessa corrente que lhe pertence.
Mônica Lampe
Consultora de Desenvolvimento Humano Multidimensional – HeartMath® Certified Practitioner, Mentor & Coach Autora de “Maná Alimento Luz”, “Mary e a Libélula I — A Jornada de uma Semente Estelar na Terra” e “Mary e a Libélula II — Ensinamentos da Grande Avó Jaci” – “Confissões à Maat – Os Véus da Iniciação” – “O Caminho Sufi – Desvelando os Véus” e “Consciência Cosmossistência – O despertar para uma nova humanidade.”
No Oráculo de Delfos havia uma inscrição “Conhece-te a ti mesmo”.
Aqui propomos o Mapa da Clareza para que você descubra mais sobre si mesmo(a)!
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Referências
Referências Bibliográficas
ASSMANN, Jan. Moisés o Egípcio: o rastro da memória em uma tradição monoteísta. São Paulo: É Realizações, 2018.
BLAVATSKY, Helena Petrovna. A Doutrina Secreta. São Paulo: Pensamento, 2009.
DAMÁSIO, António. O Erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
FOLHA ESPÍRITA CAIRBAR SCHUTEL. Os Essênios e sua missão. São Paulo: Editora Dionisi, 2024.
IBN ‘AṬĀ’ILLĀH AL-ISKANDARĪ. Al-Ḥikam (Sentenças de Sabedoria). Trad.: DANNER, Victor. Ibn ‘Ata Illah: The Book of Wisdom. Nova York: Paulist Press, 1978.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. Brasília: Federação Espírita Brasileira, 2013. (Original: 1857.)
MAES, Hercílio (psicografia). Mensagens do Astral. Espírito Ramatís. São Paulo: Editora do Conhecimento, 1956.
MAES, Hercílio (psicografia). O Sublime Peregrino. Espírito Ramatís. São Paulo: Livraria Freitas Bastos, 1964.
MCCRATY, Rollin; ATKINSON, Mike; TOMASINO, Dana. The Coherent Heart: Heart-Brain Interactions, Psychophysiological Coherence, and the Emergence of System-Wide Order. Boulder Creek: HeartMath Research Center, 2009.
RUSSELL, Bertrand. História da Filosofia Ocidental. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1957.
SCHOLEM, Gershom. As Grandes Correntes da Mística Judaica. São Paulo: Perspectiva, 1972.
WINSTON, David (Org. e trad.). Philo of Alexandria: The Contemplative Life, The Giants, and Selections. Nova York: Paulist Press, 1981.




