27 de janeiro de 2026
Há uma prática esquecida, sussurrada por sábios e místicos:
“Você não é isso, nem aquilo.”
Não é fuga, não é renúncia.
É reconhecimento.
É se permitir ser vastidão em vez de uma definição.
Você não é seu nome.
Você não é sua dor.
Você não é seu papel.
Você é presença.
Você é agora.


