Consciência

24 de fevereiro de 2026

Você não é “demais”: seu sistema nervoso só lê mais camadas do mundo

Algumas pessoas, porém, parecem nascer (ou desenvolver) um filtro mais poroso — uma abertura maior para nuances, sinais fracos, microexpressões, padrões emocionais e simbólicos. Na psicologia da personalidade e da criatividade, existe um conceito que conversa diretamente com isso: inibição latente (latent inhibition), um mecanismo que ajuda a ignorar estímulos previamente considerados irrelevantes. Estudos mostraram que baixa inibição latente pode aparecer associada a maior criatividade, originalidade — especialmente quando vem acompanhada de bons recursos cognitivos  para integrar a avalanche (como inteligência, repertório, regulação emocional, apoio, sentido e capacidade de integração).
29 de janeiro de 2026

O Simbolismo Espiritual: O Que Cada Acontecimento Espelha

A maioria das pessoas dizem: "Sinto muito". E não passam disso... É importante levar a reflexão para além da superfície e adentrar aos véus do simbolismo espiritual e entrelaçamento quântico. Um acontecimento desses mexe com o coração e com a fé na humanidade. Porque há tragédias que não cabem em uma frase educada. Não por falta de palavras — mas porque há um tipo de dor que exige Consciência, não apenas lamento. Quando adolescentes “aparentemente normais” prendem e torturam um animal até a morte, algo em nós tenta buscar uma saída rápida: “são monstros”, “foi um desvio”, “não tem explicação”. Isso pode aliviar por um instante… mas também nos impede de enxergar o que o fato revela: uma sombra humana que não é individual, é coletiva. Se existe um Campo compartilhado — seja você chamando de consciência coletiva, campo mórfico, psiquismo social ou interconexão — então eventos assim funcionam como um alarme: não sobre “o outro”, mas sobre o que estamos permitindo que se torne normal. [...]
27 de janeiro de 2026

O Absurdo e a Graça: Uma Reflexão Sobre Orelha, Aloka e o Chamado à Compaixão

Carecemos de humanos melhores. Sinto — e sei — que podemos ser melhores, muito melhores do que isto. Não é ingenuidade, é fé na capacidade humana de despertar. Podemos e devemos ser guardiões: Das belezas da criação; Da alegria dos puros; Da segurança dos indefesos; Da dignidade e integridade de todos os seres. Mas isso exige algo de nós. Exige que olhemos para nosso interior e façamos as perguntas difíceis[...]
25 de janeiro de 2026

O retorno ao essencial: quando o conhecimento pede corpo

A busca por conhecimento chega a um ponto em que vira uma pergunta íntima: como voltar para si. Nem sempre ver mais resolve — a vida pede ver melhor, com sobriedade, amor e discernimento. O “escudo luminoso” é coerência: um contorno interno que protege sem endurecer e devolve ao centro. A transformação nasce do retorno ao corpo e ao coração, em passos mínimos repetidos, não pela intensidade.
21 de janeiro de 2026

A Abelha e a Mosca: O Que Você Escolhe Enxergar Define Quem Você É

No mesmo jardim, a abelha voa direto para o néctar enquanto a mosca pousa no que apodrece. Ambas têm asas, mas vivem realidades opostas. Você reconhece apenas aquilo para o qual sua consciência está calibrada — e muitas vezes reduz o sagrado ao profano simplesmente porque esse é o limite da sua percepção atual. A diferença entre consumir transformação e SER a transformação está em uma escolha diária: nutrir a beleza ou alimentar a decomposição. Você nasceu para ser a abelha — mas o jardim só revela seus tesouros para quem eleva o olhar.
11 de janeiro de 2026

Pistis Sophia em 36 passos: um caminho iniciático do caos da mente à serenidade do Ser

E se existisse um livro que não passa por você como informação, mas te atravessa como um rito — devolvendo paz à mente acelerada e resgatando a parte de você cansada de se abandonar? Pistis Sophia é um mapa vivo do movimento interno: do caos emocional à presença, da mente que corre à mente que contempla, da luz falsa (controle, perfeccionismo, ansiedade) à luz verdadeira que integra e pacifica. Nesta jornada de 12 encontros, você aprende discernimento profundo através da Dualidade de Manas — reconhecendo qual mente te conduz: a que exige ou a que observa, a que acelera ou a que escolhe o essencial. Não se trata de aprender mais, mas de desvelar: soltar o véu da urgência, da explicação, do controle, e descobrir que serenidade não é um ideal distante, mas uma direção prática que se constrói no gesto mínimo de cada dia. Este é o chamado suave para mulheres sensíveis e fortes que desejam voltar para casa — dentro de si — sem precisar se abandonar para viver.