18 de fevereiro de 2026
Escrever à mão é um ato de presença. É dizer ao seu cérebro: isso importa. É criar um rastro de memória mais rico, mais encorpado, mais difícil de apagar.
E numa época em que tudo passa rápido demais, em que informação entra e sai sem deixar raízes — talvez o ato mais revolucionário que você possa fazer pela sua mente seja pegar um caderno e uma caneta.
E escrever. Devagar. Em cursiva.



